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Sexta - 23 de Agosto de 2013 às 16:23
Por: Clarice Manhã

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André Amazonas

Na Região Metropolitana de Manaus (RMM), a melhor cidade para se viver no Norte do País é Presidente Figueiredo, 170ª no ranking do Índice de Bem-Estar Urbano (Ibeu). Careiro da Várzea está na 181ª posição, seguida de Itacoatiara (233ª) e Manacapuru (237ª). Manaus é a 247ª. As piores cidades em bem-estar urbano são Novo Airão (0.563 pontos) , Rio Preto da Eva (0.548) e Iranduba (0.509 pontos).

Criada em 2010, a RMM é a melhor em qualidade de vida da Região Norte. Em comparação a outras do País, ocupa o posto de segunda pior de acordo com o Ibeu. O estudo foi realizado pelo Instituto Nacional de Ciência Tecnologia (INCT) Observatório das Metrópoles, com base no Censo 2010.

A RMM alcançou a pontuação total de 0,395, acima da Região Metropolitana de Belém (PA), que somou 0,251 pontos. Amazonas e Pará foram os únicos Estados do Norte avaliados pelo Observatório das Metrópoles.

O secretário da RMM, René Levy Aguiar, aposta no modelo de gestão integrado para melhorar a qualidade de vida local. Ele afirmou que o Plano de Desenvolvimento Sustentável e Integrado da RMM, elaborado em 2010, está focado nas potencialidades e vulnerabilidades dos municípios para promover a redistribuição planejada de recursos, hoje ainda muito concentrados na capital. “Vamos atuar no fortalecimento das relações intra, extra e megametropolitanas”, disse.

Para o secretário, a RMM será consolidada como ‘Centro’ não somente do Estado do Amazonas, mas também da Região Norte e da Amazônia brasileira durante a aplicação do plano de desenvolvimento. Ele destaca ações em habitação, uso do solo, saneamento e mobilidade como as mais urgentes. “Apesar de cada município ter suas competências, especificidades e carências, o que se percebe é uma agenda comum em todos os centros urbanos”, afirmou.

A matriz enérgica da RMM representa o fator chave para o desenvolvimento dos municípios locais, na avaliação do secretário. René Levy ressalta que a segurança e a qualidade da geração e distribuição de energia deve melhorar quando o Linhão de Tucuruí começar a funcionar. “A população também pode colaborar para construir uma região melhor exercendo de forma consciente e efetiva a plenitude de sua cidadania, na defesa intransigente do bem comum”, disse.

O Ibeu mede a qualidade do fornecimento de energia, iluminação pública, coleta de lixo e tempo de deslocamento dos cidadãos entre o lar e o trabalho, entre outros itens do cotidiano urbano. O índice avaliou cinco quesitos, com nota de zero a um cada: mobilidade, condições ambientais e habitacionais, atendimento de serviços coletivos e infraestrutura.

O Ibeu colheu dados de 15 conglomerados urbanos no Brasil, selecionados a partir das funções de direção, comando e coordenação dos fluxos econômicos.







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